A melhor coisa que uma lésbica faz é ir ao clube. Sabendo assim que haverá outras mulheres por lá de biquíni. Ok, numa bela terça feira sem nada pra fazer resolvo ir ao clube. Pego meu biquíni, meu óculos escuro e minha canga. Chego ao clube e penso: Yeah, welcome to paradise! Aquela piscina deliciosa e enorme. Quando resolvo tomar sol, eis que uma beldade me surge. Que corpo! Fico até parada vendo-a passar. Quando ela fala: Amor, trás meu óculos, "tá" no bolso lateral da minha mochila." Me surge um homem de 1,80 de altura, com braços enormes e uma tatuagem na panturrilha. Ele até que era bonito, mas...
Depois dessa, desanimei totalmente. Continuei na minha, tomando meu sol, tranquila. Quando de repente, estava muito calor, resolvo ir até o bar e percebo que um olhar me segue. Juro, pensei em todos os olhares , menos no dela. Afinal tinha mais de vinte pessoas naquele local. Quando volto pra minha cadeira, ela me come com o olho. Quando escuto ela dizer pro cara que estava do lado dela: "Vai lá e pega meu protetor solar." O cara era muito idiota, ela simplesmente mandava nele.
Joguinho legal o dela. Ela simplesmente chega na minha cadeira e diz: "Nossa, nem vi que o protetor estava do meu lado. Tadinho, ele foi mesmo buscar, olha lá. Me ajuda, passa pra mim?" Obviamente não pensei duas vezes e passei protetor nas costas dela. Quando ele chega no lugar e grita: "Paty, não achei." E ela diz: "Relaxa, "tava" do meu lado e não vi, desculpa." Ele nem fala nada e vai sentar. Ela pergunta o meu nome, eu digo e pergunto quem era o cara ela diz: "Ah, é meu irmão mais novo." Fiquei pasma, o cara era enorme e ela tinha cara de novinha. Só a cara, tinha 27 anos.
Alguns minutos passados, ela se senta na cadeira que está ao lado do irmão dela e começa a comentar alguma coisa de mim, quando percebo e não gosto. Vou direto para a piscina de água quente. Estava uma delícia, deu uma vontade de dormir e fui pra sauna feminina. A sauna tinha reformado, estava maravilhosa. Fizeram uma piscina de água quente bem no meio com bancos de madeira em volta dela toda.
Quando entro na piscina e fecho o olho, alguns minutos depois sinto alguém entrando na mesma. Abro os olhos e vejo a Paty, parecia uma deusa me olhando. Fiquei louca e dei um sorrisinho. Ela me pergunta o porque e eu volto a fechar o olho. Só senti a mão dela na minha perna, assustei. Logo disse pra para de fazer aquilo, ela pergunta o porque e eu digo: "Pode ter alguém aí ou pode alguém chegar aí." E ela logo diz: "Ah, então isso quer dizer que você gosta." Não respondo e fecho o olho novamente, abrindo mais um sorriso. Ela logo fala: "Eu peguei chave, aqui "tá"trancado, ninguém vai incomodar." As duas começam a rir e se beijam na piscina de água quente. Começamos a nos beijar, calientemente falando, as duas de biquíni, com os corpos á mostra. Só de imaginar mais uma vez...
Parecia que a nossa respiração é que fazia aquele vapor. E cada vez mais ofegante, cada vez mais mão, mais toque, mas cheiro, mais beijo... Quando ela põe a mão dentro da minha calcinha e eu vou á loucura, começo a gemer como se fosse dela. Olho bem nos olhos dela, aperto a sua nuca e sussurro no ouvido dela palavras que a faz querer bem mais me ter pra ela. Quando escuto dela: "Senta aqui em cima e deixa eu ficar na piscina te chupando?!? Juro que você não vai se arrepender." Não penso duas vezes. Que chupada!
Aproveitamos a sauna inteira, conhecemos cada canto daquele lugar. Quando de repente Alguém entra sem fazer esforço. Eu só olhei pra ela e perguntei: "Você não estava com a chave?!" Ela me respondeu: "Como estaria? Eles não deixam a chave na porta."
Logo percebi que me arrisquei e adorei a ideia
Aquele perfume me matou! Na verdade, você em si aquele dia.
Adoro mulheres impossíveis. Digo, quase impossíveis. Nariz empinado, sabe que é bonita, gosta de chamar atenção, sabe provocar, fuma aquele cigarro caro...
Me encara a noite inteira, não acontece nada aquela noite. A noite seguinte, você me vê na boite e nem cumprimenta, só olha de longe e me dá um sorriso. Tranquilo, não acontece nada novamente, vou me acostumando com a triste ideia de nunca ter você. Chamo alguém pra sair e você me aparece no mesmo lugar, totalmente perseguição não intencionada.
Você vai chegando perto, passa por trás da minha cadeira e pisca pra mim disfarçadamente, pra ela não perceber. E eu achei que fosse só uma piscada. Quando um celular irritante toca "perto de mim" e ninguém atende.
Só escuto da boca da Mayra: "Dá pra atender a porra do seu celular?"
Saindo da boca de tal pessoa, isso é praticamente um elogio.
Respondi na hora: "Eu nem trouxe celular, tá sem bateria."
Ela, "educada demais", diz: "Vai, atende logo. Ou você não quer que eu saiba quem tá te ligando?"
Insisti que não havia celular algum na minha bolsa e ela insistiu que havia. Pra não ficar chato, resolvi olhar, mas não esperava mesmo ver um celular que, nem era meu, dentro da minha bolsa.
O celular toca outra vez, olhei pra Mayra e ela disse: "Se não atender, eu atendo."
Não pensei duas vezes... Atendi o celular sem nem saber de quem era. Quando, de repente uma voz me seduz com um olhar acompanhado.
-Sabe quem é que "tá" falando?
-Não! Nem sei de quem é esse celular.
-Dá uma olhada, vê se enxerga alguém sorrindo só de te ver.
...
-Desculpa, não consegui ver ninguém.
-Então levanta, dá uma andada... Quem sabe você não acha?
-Não dá.
-Levanta, deixa essa mulher aí. Eu pago a conta da sua mesa sem ela saber, você vai embora comigo e nos conhecemos. Que tal?
-Mas eu nem sei quem é você.
-Sai de perto dela, pelo menos.
...
-Tá. Já saí.
-Agora me espera lá fora.
-Como assim?!?!
-Vai e espera perto do meu carro. É um Vectra preto. Tá perto do Plaza.
-Você está me ameaçando?
-Considere como quiser.
-Você é louca? Vou desligar.
-Tá, então me devolve pelo menos meu celular. Me espera que eu "tô" saindo.
...
Cinco minutos depois, me aparece a mulher que me segui no final de semana. Comecei a rir e abaixei a cabeça
Ela só me olhou, abriu um quase sorriso, destravou o carro e falou: "Entra, vamos dar uma volta." Entrei calada, nem sabia o que comentar. Passamos no posto de conveniência, pegou um masso de cigarro e uma garrafa de wisk. Logo vi que era bem de situação. Mas independente disso, ela era muito linda e valia a pena.
Não fiz nada no começo, deixei as coisas rolarem, não forcei nada. Foi quando ela tomou a atitude de me tacar na parede e me beijar, me passando a mão como se eu fosse um objeto dela. Deixei ela me mandar até então. Estava gostando daquilo. Foi quando eu a peguei de surpresa por trás e fui beijando o pescoço dela com todo carinho e delicadeza que uma mulher do seu nível precisa e merece.
Acho que não deu nem dez minutos e eu já estava dentro dela e ela com aquela boca enorme sussurrando em meu ouvido. F ui logo tirando a roupa dela, detalhe, com a boca, sem auxílio de mãos.Ela adorou e pedia mais, queria mais e gostava daquilo. E eu com a cara de lerda que eu tenho, adorava lugares inusitados, posições, olhares, puxadas de cabelo, toques. Aquilo ia me fazendo pedir mais e ela querendo mais... A hora foi passando entre abraços, toques, chupadas, arranhões, tapas... Segundos que eu nem vi quando estava ao seu lado...
Depois de tudo acontecer, a cada vez, ela parava, me olhava, acendia um cigarro e tomava mais um copo d e wisk, me entregava outro e me dava um cigarro.
Quando vimos o cigarro acabando e a garrafa já na metade e ela me pede pra dormir no apartamento com ela, mas quando ela abre a cortina da sacada, percebemos que já era dia e que nem vimos a hora passar, afinal estávamos muito ocupadas fazendo outras coisas melhores. Já era sete horas da manhã e eu precisava trabalhar.
Resolvi ficar e dormir com ela, acordamos às duas da tarde e num toque... Não preciso dizer, sexo, sexo, sexo... Ah, incensáveis e deliciosas vezes, quantas vezes quisesse. Acabei saindo de lá à noite e não me arrependo.
Só tenho a agradecer a ela!
Ah, o nome dela? Também não sei!
A garota que ouso citar aqui, já ficou com uma pessoa que hoje em dia acho rídicula. E sinceramente, não curti muito quando isso aconteceu. Sério... Ela é linda, olhos super chamativos, hiper charmosa, com um corpo de dar inveja, um sorriso perfeito, boca carnuda... Mulherão! Quando a garota que eu, hoje em dia, desconheço, a beijou, juro que tive vontade de matá-la, porém não podia. Era amiga dela. Digo, era. Depois disso muita coisa rolou.
Um belo dia, numa sexta-feira a noite, vou pra casa do meu amigo. Ele resolve sair com a ex dessa garota da qual era minha amiga e que beijou a pessoa mais linda do bar, quando fomos lá pela primeira vez. Ah, só pra constar, mais conhecida pelo nome Lígia. Nome lindo como a pessoa. E eu resolvo ficar na casa dele... Não sei porque, mas não fiquei tão afim de sair aquele dia.
Foi quando comecei a puxar conversa com ela e nem sei porque, muito menos tinha intenções segundas com ela. Minto um pouco sobre isso, mas nunca imaginei que isso seria reciproco. Até a hora em que ela me dá uma indireta, juro, não acreditei.
É quando começa a esquentar o jogo. Peço pra ela ligar a web cam. Só não esperava vê-la deitada. Eu sem preguntar nada, ela me diz estar em seu quarto. Juro que minha cabeça pirou desde então. Imaginei coisas mil que podia fazer estando lá junto a ela, se dizia inocente, mas sabia me seduzir. Caras, bocas, olhares, sorrisos, passando a mão no cabelo, viradas... Mal sabia que eu não parava de olhar pra cam dela e que estava quase surtando de vontade dela. Até troquei de blusa porque estava pegando fogo, logo entrei debaixo do edredom, estava fazendo frio, disse pra ela e ela disse que poderia me esquentar. Quase digo: "Vem!"
A conversa foi esquentando e eu tentando não cair em tentação, mas como? Sem querer me deparei em um tal ponto de tesão por ela, que já estava a ponto de fazer besteira na cam... Querer não é poder, dizia meu avô. Já minha psicóloga diz pra eu fazer tudo que quero. Quem eu devo seguir?
Algumas palavras "sem intenção" de sua parte e eu como sempre, muito sincera, não escondia minha vontade dela. Aquela vontade de tê-la como que queria, acariciando seu corpo cada vez mais, fazer loucuras como nunca fiz com ninguém e por ninguém, onde ela quisesse, a hora em que ela quisesse e como ela mandasse. Se ela deixasse, eu faria besteira pela web cam mesmo.
Meu desejo só aumentava e ela fazia de propósito, sabia que eu estava observando. Mas mal sabe ela que eu não desgrudava os olhos da cam e cada movimento que ela se atentava fazer me deixava super excitada. E eu gostava daquilo... Queria cada vez mais.
Ela me pede pra ficar mua na cam, digo que não. Juro que foi pela razão, porque pela emoção, me masturbava pra ela ali mesmo. Ainda gritava seu nome ao gozar. Mas não podia. Afinal, estava em casa de família.
Nós duas ficamos com sono e resolvemos dormir.
Mas não termina por aqui. Antes de dormir ela tira a blusa e me mostra seu sutien, fiquei louca do outro lado... Estava a ponto de explodir, não conseguia pensar em nada mais... E ela põe outra blusa. Não queria isso, mas...
Do mesmo jeito, dormi com ela. Subentenda como quiser, mas a noite foi maravilhosa, mesmo distante dela. Eu na casa do meu amigo e ela na casa dela. Transei com ela três vezes em pensamento, parabéns você é perfeita na cama.
Tive uma noite maravilhosa com você Lígia!
Tá bom, você me chama pra tomar uma cerveja... Juro que não aceitei só por conta de uma cerveja, mas sim aquele olhar, aquele jeito de me tocar quando queria alguma coisa, aquela indireta na cozinha da casa do seu amigo. Isso já foi suficiente pra eu querer você... Uma semana depois, você me liga, a única pessoa que eu nunca imaginava me ligar... Você descobre o meu telefone, com alguém que você não me disse o nome, me liga na hora do almoço e pede para sair comigo como se não quisesse nada. Isso me matou.
Eu ouvindo música no meu MP4, a pé e de cabeça baixa com um óculos escuro no rosto, super cara de escritora, fazendo caras e bocas... Você no seu carro, com um som calmo, de óculos de grau, querendo curtir a vida... Chego ao logal quinze minutos atrasada, já você uma hora atrasada, achei que nem chegaria a vê-la. Ledo engano!
Você chega com um perfume forte e cítrico, de cabelo solto e longo, num salto alto, com uma bolsa de mão, vestido curto marcando as curvas do seu corpo e deixando os olhares à vontade além dos meus.Já eu com um perfume doce, cabelo amarrado, de All Star branco, com uma bolsa enorme, de camisa xadres, com uma blusa preta por dentro e de short jeans curto, procurando me esquivar de olhares. Mas estou com você e como não chamar atenção?
Eu peço um chop, já você uma marguerita... Parecia até coisa de filme, só que desta vez, com pessoas do mesmo sexo. Duas mulheres. "A dama e a Vagabunda." Eu Karina e você Isabelí. Nome lindo, que indica personalidade forte e pessoa única. Chama Atenção.
Quando cansamos de jogar conversa fora, resolvemos ir embora. Disse que me dava carona, respondi que não precisava, estava perto de casa e você insistiu. Dei o braço a torcer, mas você chegando na minha casa passa reto e me leva pra um caminho que eu nunca vi, pelo jeito só queria saber onde eu moro. Logo me vejo em um lugar totalmente desconhecido, lindo, cheiroso e aconchegante, resumindo: sua casa.
Logo disse que ia tomar um vinho. Foi ao quarto primeiro, pegou um comprimido, perguntei se estava passando mal, disse que não e que eu iria tomar aquele comprimido junto à você. Me assustei, mas gostei da idéia. Só que você colocou no vinho e deu uma risada meio de lado, me olhou e pediu pra eu tomar tudo.
Quando de repente, veio uma onda de tesão em nós duas, começou lá na sala memo, em cima do tapete, depois no sofá. Você foi pegar mais vinho e começamos de novo na cozinha, passamos pelo banheiro, depois caímos na cama.
Que sexo! Aquela vontade de ficar mais e mais... Parecia que cada olhar era um pedido. E aquilo não me deixava ir embora, queria cada vez mais... Com isso tudo, durou três horas entre beijos, sussuros, gemidos, olhares, toques e tudo mais que se têm direito.
A noite foi incrível, muito obrigada.
Quando fui buscá-la na faculdade, ela me disse que queria ir embora e que não estava muito bem. Disse que só queria ir pra casa deitar-se, discansar um pouco. Fiquei preocupada.
Quando chegamos em seu apartamento, ela tomou um copo com água, tirou a blusa e foi direto para o banheiro tomar banho. De repente, ela me grita: "Ká, por favor, pega minha toalha? Acho que está no quarto. Ah, e por favor, pega uma calcinha também!"
Juro que fiz na maior inocência, peguei sua toalha azul turquesa, que cheirava flor e uma calcinha qualquer, não tão qualquer assim, porque minha intenção foi vê-lá vestida, depois tirá-la. E a calcinha que eu havia escolhido, sinceramente era linda. Passando isso, fui ouvir música e fazer um jantar.
Nós duas comemos e deu sono nela. Depois de tomar vinho... Quando ela me disse que estava com sono, logo me levantei dizendo que ia embora, que não ia atrapalhar. E ela segura minha mão e me fala, olhando nos olhos: "Por favor, fica! Pelo menos me faz dormir, não gosto de ficar sozinha." Eu inocentemente, pensei que estava com medo de passar mal.
Quando ela me chama pro quarto e pede pra eu deitar do lado dela e fazer carinho. Até que ela se deita frente à mim. Nossa, meu coração dispara, minha mão escorrega de suor e ela me puxa pra perto, entrelaçando as minhas coxas nas dela, me abre um sorriso e me diz: "Que bom ter você assim!" Fecha os olhos e morde o canto da boa. Juro que eu queria morrer ali, já estava perfeito.
Quando ela, vira de costas, levanta, senta, tira a blusa e me pede pra fazer massagem. Nossa, juro que não acreditava. Ver aquela mulher linda, de olhos verdes, cabelos castanhos, boca carnuda e com aquele sorriso me chamando pra fazer massagem era tudo que eu queria e nunca imaginava. Foi quando ela pegou o lençol, se levantou, pegou o creme e me entregou.
Comecei a massageá-la nas costas, aquelas costas lindas e com uma tatuagem enorme que eu nunca imaginara que ela tivesse, e aquilo acabou comigo, meu desejo cresceu e eu já não fazia mais massagem de um modo tão inocente. Foi quando cheguei perto da sua orelha e disse: "Se quiser massagem só nas costas, terminei." Ela se vira com o lençol mostrando um pouco do seu seio e me puxa a cabeça, me dando um beijo super quente.
A partir de então, eu começo a passar a mão em seu corpo todo, quando menos espero, ela também. E logo tira minha roupa. Quando tiro a sua calcinha, descubro outra tatuagem que me deixa louca. Uma maçã, mordida. Foi quando eu olhei pro lado e vi uma bandana... Sim, sim, foi de grande utilidade. Amarrei as suas mãos.
Fui beijando-a dos pés à cabeça e olhando nos olhos dela, ia e voltavaa entre mordidas, beijos e lambidas... Quando me lembro de um lenço que ela usava no cabelo, e perguntei por ele. Quando me falou onde tava, o peguei e a vendei.
Ao vendá-la comecei a beijar seu pescoço bem devagar, fui descendo com a ponta da minha lingua até seus seios e beijei-os como beijara sua boca. Quando de repente, beijo sua barriga, linda e lisinha... Volto-me ao seu ouvido e pergunto: "E agora, o que é que eu faço?" E ela me respondi: "O que você quiser!"
É quando eu beijo a parte interior de cada coxa dela, e paro onde eu mais desejava... O meu brinquedo favorito... Aí sim, começo a beijá-la tão gostoso, tão calma, tão olhando pra ela se contorcer aos meus toques... Aquilo me fazia querer mais, e ver mais... Até que chega a hora em que eu não preciso implorar... Só de vê-la contorcendo e empinando seu pescoço pra trás, já sabia... Ela havia despejado seu mais precioso líquido, aos meus toques, meus carinhos, meu beijos... E só de vê-la daquele jeito me levou à loucura. Durou a note inteira, incansávelmente... Minha pergunta é: Ela realmente estava passando mal?